Blog dedicado a promoção da bicicleta como ferramenta para melhorar a mobilidade urbana.
9 de junho de 2011
O poder de transformar o cotidiano
Amsterdã, Bogotá, Buenos Aires, Copenhagen, Nova York, Paris, Portlan, são alguns dos inúmeros exemplos. Todas com uma meta em comum: reduzir o tráfego de automóveis.
Para isso, resolveram investir em políticas voltadas para as bicicletas como meio de transporte e não apenas como forma de lazer.
Amsterdã – A “cultura da bicicleta faz parte do nosso cotidiano”, afirma a supervisora de estratégias sustentáveis de Amsterdã, Eveline Jonkhoff. Essa frase justifica o grande desenvolvimento logístico feito em torno da bicicleta na cidade de Amsterdã, capital da Holanda.
Atualmente existem 550 mil bicicletas na cidade e 90% das ruas têm uma separação nas vias dedicada a esse veículo, o que aqui conhecemos como ciclofaixa. A política municipal abrange a bicicleta desde a década de 1970 e por isso hoje “a gente tem congestionamento de bicicletas e não de carros”, conta Eveline.
Em uma cidade com tantas bicicletas, um problema enfrentado foi onde estacionar esses meios de transporte. A supervisora explica que a saída foi a construção de estacionamentos subterrâneos e alguns “pequenos prédios, de até três andares.”
O sistema cicloviário possui conexão com os meios de transporte públicos e os semáforos apresentam uma contagem regressiva para que os ciclistas saibam exatamente quanto tempo ainda têm para cruzar uma rua.
Eveline explica que a maior preocupação na cidade é com a segurança dos ciclistas e por isso “é preciso separar pedestres, carros e bicicletas”, rebate quando questionada sobre a possibilidade de se colocar as bicicletas em vias compartilhadas com carros ou ônibus. Além disso, campanhas educacionais são feitas tendo como foco os motoristas e os ciclistas.
A campanha “ligue as luzes, torne-se visível” foi feita para conscientizar as pessoas que andam de bicicleta que por meio das luzes sinalizadoras elas serão vistas por automóveis. A supervisora conta que “estão sendo desenvolvidas rotas escolares” na cidade e para prevenir acidentes campanhas educacionais sobre o tráfego da cidade são feitas nas escolas.
Buenos Aires começa a usar a bicicleta – A cidade de Buenos Aires, capital da Argentina, tem 2,9 milhões de habitantes, 1,2 milhão de carros e iniciou há dois anos o incentivo ao uso da bicicleta como meio de transporte. O importante é “frear a política de automóveis, tanto públicos como privados”, afirma Daniel Chain, ministro do Desenvolvimento Urbano da cidade.
Atualmente existem 12 estações de bicicletas a rede de ciclovias de Buenos Aires tem 65 quilômetros, mas o ministro contou que até o fim do ano a expectativa é de que esse número aumente para 100 km. O projeto apresenta as ciclovias em ruas menos movimentadas e não em grandes avenidas, por questão de segurança.
Além disso, as ciclovias são separadas fisicamente dos carros. “Os automóveis a princípio repudiam a ideia de dividir o espaço com as bicicletas. Depois a população vai tendo consciência da importância de uma convivência pacífica e não da imposição do automóvel”, justifica Chain.
O ministro ressaltou que um dos motivos mais importantes de 76% da população aprovar a iniciativa de ter a bicicleta como forma de transporte é o apoio do setor privado. “As empresas criaram vagas nos estacionamentos para os funcionários deixarem as bicicletas” e isso incentiva a população a deixar o carro em casa.
Em Paris ciclistas dividem espaço com ônibus – Durante dez anos de política para incentivar a melhoria do tráfego na cidade de Paris, capital França, mais de 700 quilômetros de pistas para bicicletas foram criados. A prefeita Anne Hidalgo contou que no início, as ciclovias eram segregadas dos veículos porque “não teria como a bicicleta tomar o poder” que foi dado aos carros durante décadas.
Vinte mil bicicletas foram disponibilizadas para aluguel logo no início do projeto e a aceitação da população foi boa, segundo Anne. “Tinha gente que mal se equilibrava e usava a bicicleta”. Depois que as pessoas entenderam a importância desse meio de transporte, o sistema cicloviário pode ser ampliado.
A prefeita explicou que algumas faixas de ônibus da cidade foram ampliadas para que o compartilhamento com as bicicletas fosse possível. “Agora as faixas têm 4,20 metros de largura então o ciclista pode usá-la sem que haja problema de segurança.”
Fonte: Portal iG - Fernanda Simas em 03.06.11
27 de maio de 2011
Quebra-galho de R$ 20 milhões
Com o valor equivalente ao custo de 1 km da nova ciclovia da Zona Oeste - quase R$ 900 mil - daria para construir uma estrada com a mesma extensão e ainda sobraria troco, segundo a Associação das Empresas de Engenharia do Estado do Rio (Aeerj).
Ou 500 metros de uma rodovia, de acordo com o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit) ou de uma rua, pela tabela da Empresa de Obras Públicas do Estado (Emop). Inaugurada em meados de maio, a ciclovia de R$ 19.733.162,40 foi qualificada como "um quebra-galho" pelo engenheiro civil Abílio Borges, assessor da presidência do Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura (Crea), que avaliou a obra a pedido do GLOBO.
Ao percorrer o trecho, a ciclovia de 22km entre Campo Grande e Santa Cruz CSA/Companhia Siderúrgica do Atlântico), Abílio Borges encontrou rachaduras nas pistas, em sua maior parte compartilhada entre bicicletas e pedestres e passando rente às portas de casas e lojas. Sem falar em obstáculos para os que se aventuram a percorrê-la de bicicleta, como postes, pilastras e até orelhões no meio do caminho. Dos oito postes com placas para captar energia solar, seis não estavam funcionando e dois sequer tinham o equipamento.
A maioria dos bicicletários instalados estava com poucas ou sem uma única bicicleta estacionada. E, no trecho da Reta João XXIII, para implantar uma estreita ciclovia de um metro de largura, foi necessário reduzir a pista por onde circulam muitos ônibus e caminhões.
Jogaram R$ 20 milhões fora. O resultado é péssimo. O dinheiro foi mal aplicado. O projeto poderia ser mais bem elaborado. Colocaram bicicletários em lugares onde ninguém vai estacionar
Números da Aeerj mostram que é possível construir um quilômetro de estrada por R$ 600 mil, com drenagem parcial, e R$ 700 mil, com drenagem profunda. Já o Dnit diz que a média por quilômetro de implantação e pavimentação de rodovia em pista simples vai de R$ 1,61 milhão a R$ 2,36 milhões. Em área urbana, o arquiteto Maurício Pinheiro, que projetou ciclovias na Região dos Lagos, informa que implantar uma rua de dez metros de largura, incluindo pista de sete metros e as duas calçadas, com redes de drenagem, de água e esgoto, custa, em média, R$ 1,8 milhão, conforme a tabela da Emop.
- Uma rua tem de suportar 60 toneladas. É preciso fazer uma base e uma sub-base capazes de aguentar o tráfego de veículos pesados. Implantar uma ciclovia é muito mais simples. Uma ciclovia comum custa entre R$ 109 mil e R$ 120 mil por quilômetro. A que foi feita na Zona Oeste foi muito cara - avaliou Pinheiro.
A nova ciclovia não é contínua nem tem um padrão único. Talvez por isso a via tenha recebido a denominação oficial de "Ciclovias Integradoras da Zona Oeste". Oficialmente, o caminho é dividido em três trechos, mas em alguma ruas, como a Francisco Belisário, em Santa Cruz, o ciclista é obrigado a trocar de calçada. Em Campo Grande, é necessário ainda atravessar uma passarela sobre a linha férrea.
Do lado de Campo Grande, o novo caminho para bicicletas é o prosseguimento de um outro já existente, cuja origem é em Bangu. Com 2km, um dos trechos inaugurados no fim de semana começa na Rua Alfredo Mariano, nas proximidades da Praça Rosária Trotta, em Campo Grande. Pintada sobre as calçadas, a via compartilhada passa a cerca de 30cm de casas e lojas. Para não ser atropelada, a moradora Maria das Graças Miranda agora tem que olhar bem para os lados antes de sair de casa:
- As bicicletas passam na minha cara. Tenho de tomar muito cuidado, principalmente quando saio com o meu neto João Gabriel, de pouco mais de 1 ano.
Do lado da Rua Campo Grande, o segundo trecho, de 14km, todo sobre a calçada, passa à margem de seis estações de trem (Paciência, Cosmos, Benjamim do Monte, Inhoaíba, Tancredo Neves e Santa Cruz). Segundo a Secretaria municipal de Meio Ambiente (Smac), o projeto previa a recuperação de passarelas sobre a linha férrea, mas o engenheiro do Crea constatou que a reforma deixou a desejar:
- Algumas, como a próxima à estação de Inhoaíba, têm problemas estruturais. Os pilares precisam de reparos - diz Abílio Borges, acrescentando que as rachaduras na via poderiam ser evitadas se tivessem sido instaladas juntas de dilatação.
A instalação de algumas placas informando que "a prioridade é do pedestre" não tem evitado acidentes. O despachante de vans Anderson Thomás, que passa boa parte do dia junto a um ponto de ônibus na Rua Campo Grande, em frente à Praça dos Estudantes, já viu alguns:
- Os passageiros desembarcam em cima da ciclovia e às vezes são atropelados.
No terceiro trecho, a ciclovia passa por vias no centro de Santa Cruz. Na Reta João XXIII, na pista estreita também tem provocado acidentes, segundo o motoboy Bruno Soares:
- Outro dia, uma ciclista capotou e se machucou bastante, quando colidiu com um outro ciclista que vinha na contramão.
As muretas de concreto baixas e os fradinhos (estes com adesivos reflexivos) que separam a ciclovia da pista na Reta João XXIII também foram criticados pelo engenheiro do Crea. Segundo ele, normas técnicas recomendam que, por segurança, as muretas sejam mais altas, arredondadas na parte superior e contínuas.
- Esses fradinhos não são uma solução. Como as muretas baixas, são pontos onde os ciclistas podem se chocar - diz Abílio, que apontou obstáculos instalados sem adesivos reflexivos nos primeiros 400 metros da via e contou nove fradinhos já curvados em consequência de colisões.
Diante do caso, o deputado federal Otávio Leite, presidente do Diretório municipal do PSDB, encaminhou uma representação ao Tribunal de Contas do Município (TCM):
- Não queremos pré-julgar. Por isso, pedimos que o TCM faça uma inspeção especial nessa ciclovia.
A Secretaria municipal do Meio Ambiente considera que o preço das Ciclovias Integradoras da Zona Oeste não é incompatível com a qualidade da obra, inaugurada no mês de maio. De acordo com o secretário Carlos Alberto Muniz, foram necessárias intervenções específicas.
- Construir ciclovias na Zona Oeste não é como implantá-las na Zona Sul, onde se tem infraestrutura e rede de drenagem prontas. Só de galerias pluviais implantamos 1,3km. Construímos cinco pequenas pontes sobre valões e instalamos dez pontos de ônibus, além de termos recuperado passarelas - enumerou o secretário.
O subsecretário Altamirando Moraes afirma que, do valor contratado, cerca de R$ 7 milhões são destinados à ciclovia propriamente dita.
- Boa parte do dinheiro foi usado na reurbanização do entorno das estações de trens da Zona Oeste - justifica o subsecretário.
A secretaria classifica como reurbanização a instalação de 38 postes solares e bicicletários - que somam mil vagas e custaram R$ 231 mil - nas proximidades de escolas, estações de trens e do terminal rodoviário de Campo Grande, reparos e reconstrução de calçadas, além do plantio de mais de 50 mil mudas de árvores, vegetação rasteira e plantas ornamentais.
Outro detalhe mencionado por Moraes é a implantação do que chama de ciclo-rampa, que atravessa a linha férrea em Santa Cruz. Ele acrescenta que a ciclovia da Zona Oeste, apesar de ter sido oficialmente inaugurada, ainda não está totalmente pronta.
- Como ocorre em toda licitação, há um prazo de três meses para ajustes - declara Moraes, ressaltando que não houve aditivo ao valor da obra.
A secretaria também destacou que a ciclovia da Zona Oeste é a primeira da cidade que vai beneficiar os trabalhadores, ao se integrar com terminais de ônibus e estações de trem da região.
Sobre a existência de postes solares não funcionando ou sem placa, a secretaria informou que todos os equipamentos estarão funcionando na semana que vem. Moraes minimizou o mau estado de equipamentos urbanos - já há placas quebradas e fradinhos tortos - dois dias após a inauguração oficial do novo caminho.
- Os postes solares, por exemplo, foram colocados antes do último domingo. É natural que uma coisa ou outra já tenha sofrido algum dano.
Segundo a prefeitura, desde ontem, a Andrade Gutierrez - construtora da pista - começou a repor caixas e placas de postes solares que haviam sido retirados. Em e-mail, a construtora afirmou, que, por razões contratuais, não "não tem autorização para tratar publicamente sobre valores e detalhamentos das obras que realiza".
Fonte: O Globo (maio/2011)
22 de março de 2011
EVENTO: 1º Seminário sobre Mobilidade Urbana Sustentável

Amigos,
é com muito prazer que convidamos vocês para o 1º SEMINÁRIO SOBRE MOBILIDADE URBANA SUSTENTÁVEL DE NITERÓI e, especialmente, para nossa palestra "CICLOTURISMO - OPORTUNIDADE DE CRESCIMENTO LOCAL".
Pela primeira vez, Niterói senta para falar do uso da bicicleta e de mobilidade urbana, um evento imperdível, e a VELIMOBI vai estar lá engrossando esse coro.
O evento acontece de 14 a 16 de abril, e o convite com a programação completa segue em anexo. As inscrições são gratuitas, ok?
[http://www.nitbikers.com.br/]
Contamos com a presença de todos vocês lá! Se possível vá de bicicleta, afinal, pedalando o mundo gira... ;-)

Um grande abraço,
Juliana DeCastro e Equipe VELIMOBI
3 de março de 2011
Duas Rodas pela Paz
Era o início da manifestação Massa Crítica, realizada ontem no Rio de Janeiro, como forma de protesto pelo atropelamento intencional de um grupo de ciclistas no último dia 25, em Porto Alegre.
O apoio às vitimas de POA trouxe para as ruas do Centro da Cidade aproximadamente 150 manifestantes, que durante duas horas reivindicaram por tolerância, gentileza e paz na convivência entre motoristas e ciclistas nas vias públicas.
O início do trajeto foi no cruzamento da Rua Santa Luzia com a Avenida Rio Branco, onde os ciclistas deitaram-se no chão para simbolizar de maneira impactante o cenário do atropelamento coletivo. Este gesto intitulado de “die-in” costuma ser usado em manifestações para representar e denunciar tipos de violência, e foi repetido algumas vezes nos cruzamentos das ruas principais do percurso.
A partir de então, uma faixa escrita “PAZ” ficou a frente do movimento, mostrando aos que passavam que não se tratava de um passeio de bicicleta, e sim, de um protesto em solidariedade aos ciclistas.
Além da faixa, a paz também foi representada pela entrega de rosas brancas aos motoristas e pedestres, garantindo em muitos um sorriso de apoio à causa.
Enquanto isso, outros motoristas expressavam a sua desaprovação através de buzinaços, reclamações e xingamentos.
Devido ao engarrafamento causado com o fechamento da rua, motos da Prefeitura com o auxilio de viaturas da PM intercederam na organização do trânsito e na segurança em todo o percurso (embora algumas vezes estes fossem os responsáveis por pequenas truculências e discussões). Dessa forma, a faixa da direita foi liberada para os veículos motorizados, enquanto a da esquerda, para a manifestação.
Um dos momentos de grande impacto visual foi a parada do grupo em frente ao Palácio Tiradentes (Assembléia Legislativa), onde os manifestantes subiram as escadas com suas bicicletas e as levantaram evidenciando a força do protesto.
Sob chuva, o grupo seguiu as ruas ao som de frases como “Um carro a menos, uma bike a mais”, “Atropelar ciclista não é acidente” e “Mais amor, menos motor”.
Além dos “gritos de guerra” que no decorrer do percurso foi ganhando fervor com o apoio de pedestres e pessoas em marquises, a indignação dos integrantes também era traduzida através de cartazes: “Ciclista não é vidente. Ligue a seta”, “Trânsito gentil”, “Você também é pedestre quando não ta no volante, respeite”.
Além das rosas brancas, panfletos foram distribuídos aos motoristas e pedestres, chamando a atenção para o direito do ciclista na utilização das vias públicas com segurança.
A manifestação que durou em torno de duas horas saiu da Cinelândia, percorreu a Rua Santa Luzia, Av. Presidente Antônio Carlos, Rua 1º de Março, Av. Presidente Vargas. Av. Rio Branco, retornando ao seu ponto inicial sob uma chuva de aplausos.
Jornalista da VeliMobi
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***Plágio é crime e está previsto no artigo 184 do Código Penal.
Este texto pode ser utilizado para fins de divulgação, desde que seja citada sua fonte.
1 de março de 2011
Repúdio a Barbarie no Trânsito

Era sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011, estavamos próximos de viver uma explosão de alegria coletiva com a próximidade do Carnaval, mas um ato de barbarie nos atingiu direto na boca do estômago...um carro atropelou intencionalmente diversos ciclistas que participavam da Bicicletada de Porto Alegre.
Contra as imagens não há argumento possível. Eu assisti, você assistiu, todos assistimos, pasmos diante da capacidade gratuita de um ato contra a VIDA de muitos, muitos ciclistas...
Ciclistas são parte do trânsito das cidades, assim como os pedestres e possuem direitos e deveres como bem define o CTB.
Manifestação pela paz nas ruas e contra a impunidade nos crimes de trânsito devem ser apoiada por todos os cidadãos conscientes do seu papel na sociedade.
Meu apelo é para a não-violência em qualquer circunstância, mas a união de nossas vozes será necessária para impedir acontecimentos como este!
Cidades brasileiras, européias e americanas já se manifestaram solidárias aos ciclistas de Porto Alegre, agora chegou a vez do RIO DE JANEIRO ir para as ruas.
Sugerimos trazer flores para distribuir aos motoristas e cartazes ou faixas pedindo justiça e atenção das autoridades para o caso e para a violência e falta de respeito ao ciclista no trânsito.
16 de fevereiro de 2011
EVENTO: Lançamento do Circuito de Cicloturismo do Piraí e Palestra com Antônio Olinto

Em nome do Presidente da Fundação Turística de Joinville, Augusto Kolling, encaminho convite para o Lançamento do Circuito de Cicloturismo do Piraí, a ser realizado no dia 26/02.
Segue também convite para a Palestra com Antônio Olinto, referência nacional em cicloturismo, que será realizada no dia 25/02. Solicito a gentileza de ajudar na divulgação da palestra entre os interessados.
As confirmações de presença devem ser feitas pelo telefone (47) 3453 2663 ou por este e-mail: nadia@turjoinville.com.br
14 de fevereiro de 2011
Divulgação: EVENTO EM NITEROI
o Clube Niteroiense de Montanhismo irá promover, nesta quinta-feira (17/2) às 18h30, um encontro para falar do que mais gostamos: BICICLETA!
Na reunião / bate-papo / palestra / encontro, vamos discutir assuntos como:
- Como escolher sua bicicleta?
- Modalidades de ciclismo
- Tipos de bicicleta, manutenção, reparos, planejamento, peças, acessórios, etc
- Apresentação de cicloviagens
Que tal, vamos nos ver lá? Espero vocês a partir das 18h!
Local: Av. João Brasil, 150 - Fonseca, Niteroi, RJ (Churrasqueira Branca do Cond. Solar do Barão)
Qualquer dúvida, acessem o site do Clube!
http://www.niteroiense.org.br